sob os pinheiros

Se eu tiver que pedir socorro, ignore-me. Existe tanta necessidade, que ordem e desejo se confrontam no escuro. Precisamos desocupar nossos corpos, encontrar nosso caos interno que não fica em silêncio. Você vai me esquecer, assim que fechar os olhos. Seu rosto amanhece um borrão embaçado, só refaço seus olhos me buscando onde nada se encontra. Tez & tesão na ponta dos dedos, como digitais que se desmancham. Olhar pra trás, olhar pra trás, por sobre os ombros. Todos observam e sabem. Fonte & fuga nas paralelas das sombras, como fluidos que preenchem os espaços vazios. Não resta nenhum centímetro que não se alcance, tudo é táctil.

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