amor se faz na cozinha

Carne morna, sujando o vão das unhas.

No gramado aberto, pegamos todas as bagagens e jogamos pra dentro da sexta do balão. Risco o fósforo, não tem água pra ferver, mas por dentro todos queimam, o céu em chamas. O rosto derrete como cera de vela, afina e escurece, até transparece numa transpiração inquieta. Correu três quilômetros pois tinha tocado uma campainha. Pitada de manjericão, nunca se esqueça. Meu hábito hereditário é pensar como um amor pulsando no cérebro. Sem gorduras nos cantos, um conhaque sempre vai bem. Sobe pelas nuvens, evaporamos de tanto sabor de beijo.

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