Vias engarrafadas

De todas as monotonias cifradas
Cantamos numa aresta
Os desafinos de tantos desejos
Ecos numa parede orgânica
Enquanto os corpos feitos festa 
A consciência toma as rédeas
De nossas mãos temerosas
Que quase se procuram às cegas
A sensatez que silencia o impulso
Contrariados, pescamos uma censura
Que deveria ser jogada do precipício
De olhos fechados num voo livre
Mas calamos nossos olhos e quase

Quase fomos os erros preteridos

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