que se no chão das coisas a gente se deita pra olhar estrelas e não tem cidade acesa por perto eu sinto o calor das pedras e o calar do seu semblante viemos pra escurecer outro dia e esperar nascer de novo sentir o chão esfriar enquanto continuamos aquecidos na lareira dos nossos amores impossíveis onde sempre vamos pondo lenha e vendo queimar e nos queimando junto virando cinzas sem nunca apagar

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