olhos dos elefantes

ficamos à espreita das memórias do elefantes
atrás de todos os arbustos e escombros
ficamos humanos só na pele
inventamos roupas cortinas e muralhas
penetramos a verdade da vida
sem nos permitir o contato das digitais
ficamos roucos ou ruídos dos basculantes
para os olhos dos elefantes
fitando o cru dos corpos sem dizer uma palavra

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