Mande seu áudio aqui

A série “Mande seu áudio aqui” nasceu a partir de situações da vida real.

No episódio piloto, Sofia acabara de se divorciar, quando resolve dar uma festa de aniversário e reunir todas as pessoas legais que conhecia para comemorar aquele novo momento em sua vida e virar a página. O que era pra ser uma festinha, acaba sendo palco de muitas trapalhadas e confusões entre pessoas que não se conhecem. Diana, que é sua aluna, sofre de desilusão amorosa por outro convidado e acaba tomando um porre e mandando áudios para as pessoas erradas.

Após muitas confusões envolvendo bebedeiras demais e nenhuma censura, outras alunas de Sofia acabam se tornando amigas e abrindo um grupo num aplicativo de chat na intenção de controlar o que Diana faz com o celular nas mãos. Porém a amizade que nasce dali é muito mais do que sentar pra jogar conversa fora e aquelas mulheres na beira dos 30 passam a se apoiar verdadeiramente em suas jornadas pessoais.

O drama da geração millennial envolve luta por direitos, frustração profissional, relacionamentos volúveis, crise política, problemas psicológicos, descobertas sexuais e drama familiar. Essa comédia não se restringe a situações tão banais quanto parece e o resultado disso pode ser lindo ou um tanto desastroso. Mas o que será que tem de mais incrível na vida do que encontrar a sororidade nos pequenos detalhes?

Sofia, 29, é instrutora de pilates e prestes a terminar seu mestrado. Após seu conturbado divórcio e uma viagem a Cuba, resolve dar uma festa de aniversário, convidando seus amigos e alunos para celebrar uma nova fase de sua vida.

Ju, 28, acaba de abandonar um mestrado em Psicologia para ser chef de cozinha. Volta para sua cidade natal, morando em um hostel por um mês até encontrar um apartamento. Está à procura de um restaurante para estagiar. Não imagina que ao voltar para sua cidade fará ressuscitar antigos traumas familiares. Quem segura essa barra com ela é Wagner, o gato.

Helena, 27, é a gerente do hostel local.No momento está tentando concluir seu curso de Psicanálise para clinicar, no entanto nunca se sente preparada. Desconta sua ansiedade desfrutando do sexo em boa parte de seu tempo livre, inclusive nos intervalos de almoço, explorando todas as diferentes possibilidades de ser solteira. Se apaixonar nunca é um fator a ser considerado.

Diana, 27, é uma artista frustrada, que mora com Helena e trabalha em uma secretaria da Universidade. Sua personalidade forte e intempestiva faz com que ela tenha grandes ideias e promova projetos de arte, sem nunca terminá-los. O fracasso profissional a torna uma figura depressiva e intensa, fazendo de seus relacionamentos um grande show de horrores e dignos dos áudios mais bizarros que sua vida boêmia permite.

Lili, 30, é professora universitária e acaba de começar seu doutorado. Por fora, uma mulher séria e reservada, por dentro uma eterna junkie. De esquerda e feminista, percebe estar vivendo um relacionamento abusivo e luta para se livrar dele. 

Tara, 25, é uma cantora e divide a casa com Lili. Sua presença é impossível de não ser notada e ela sabe usar bem sua carisma para conquistar todos à sua volta. De preferência os homens. Depois de travar uma grande decepção com sua família e passar por dificuldades financeiras, ela busca realizar o sonho de gravar seu primeiro álbum, mas há quem tente atrapalhar seu sucesso e estragar sua imagem.

Melissa, 28, é cientista e trabalha no desenvolvimento do maior acelerador de partículas do mundo. No entanto, após um golpe político, muitas estruturas governamentais entram em colapso e ela acaba perdendo seu emprego. Sem perspetiva profissional, ela se vê novamente perdida e encontra na dança o consolo para prosseguir.

As sete nada tem em comum, a não ser a grande confusão que é a vida real, capaz de promover situações dignas de dar pena ou grandes gargalhadas. Mas bebendo um pouco a mais e usando a tecnologia todas elas acabam se envolvendo em um grupo digital para compartilhar seus dramas e as ironias que a vida adulta lhes obriga.

Mande seu áudio aqui, título dado a um chat particular, gerou um grupo de apoio via gravação de áudio e, neste grupo, mulheres reais encontram umas nas outras um novo significado para amizade, que vai muito além de dividir a mesa do bar.

A ideia de transformar a própria vida em episódios de comédia em série surgiu após aquelas situações em que pensamos “se a minha vida fosse um sitcom, hoje é season finale” ou “esse roteirista só pode ser sádico”.

Todas as situações da série são verídicas e tem autorização prévia dos envolvidos retratados, estando isentos de sua real identidade por motivos de privacidade. Histórias reais sobre mulheres reais, sem cortes e sem eufemismos.

 

releituras feministas

Projeto que busca confrontar a relação de mulheres com livros de autoras mulheres em seu cotidiano, através de retratos conceituais. Os livros escolhidos pelas protagonistas do ensaio poderão ser de diferentes áreas desde as ciências sociais, artes e literatura até às ciências naturais, medicina e demais áreas do conhecimento, promovendo uma divulgação de mulheres consagradas em suas especificidades. O projeto é uma parceria das fotógrafas Giovanna Romaro e Gabi Zanardi – Florescer Fotografia.


 

 

 

 

 

 

poética para mulheres fortes

“Poética para Mulheres Fortes” é uma obra poético-visual que traz 34 poemas gráficos sobre a mulher contemporânea, incluindo retratos poéticos de mulheres comuns em seu cotidiano, manifestos contra estereótipos e violências de gênero e reflexões sobre o papel da mulher na sociedade.

WhatsApp Image 2017-06-28 at 14.43.27Ilustração: Rafaela Félix.


A proposta desta série de poemas é fortalecer mulheres, no princípio da identificação simbólica. Todas as mulheres são poesia, todas as mulheres são fortes. Que nenhuma de nós se diminua perante nenhum poder instaurado pela sociedade. Que nenhuma de nós se fira, mutile, despedace em virtude de padrões abusivos. Que nenhuma de nós permita a destruição e morte através de influências externas. O nosso fortalecimento está garantido umas nas outras.


O projeto tem como objetivo retratar e questionar as principais violências de gênero que as mulheres vivenciam no seu cotidiano, bem como conscientizar as mulheres a respeito dos seus corpos e sua saúde mental, para que cada vez mais as mulheres possam buscar sua libertação e emancipação. Os poemas retratam mulheres e suas relações com o mundo, trazendo reflexões sobre autocuidado, prazer, relações abusivas, estereótipos de gênero, estigmas sociais, fé e sexualidade. Promover a consciência de gênero colabora para a melhora do bem estar social, na medida em que as mulheres passam a ter mais autonomia para fazer escolhas de vida mais saudáveis, buscando sua emancipação emocional diante das violências que as cercam no cotidiano.


Ouça: Mãe Terra | Sangria

úmidos

Conjunto de poemas erotizados que evocam o amor platônico como eixo central.

ph: Gabriella Zanardi

Leia: úmidos.

mosaico nu

O Projeto Mosaico Nu idealiza a proposta de uma arte híbrida, material e conceitualmente, misturando a Fotografia e a Collage como instrumentos de construção artística.

O conceito do projeto tem como objetivo demonstrar as semelhanças e diferenças dos corpos humanos, suas peculiaridades e homogeneidades humanas, através de um mosaico composto por recortes de pessoas diferentes.

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todos os direitos reservados

Projeto em andamento.

entre as pernas: ensaios sobre autoidentificação e amor próprio

(D)entre as pernas: ensaios sobre amor próprio e auto identificação é um projeto que questiona a ditadura da depilação feminina, de uma maneira bem peculiar e polêmica.

Resumo: Cansadas de serem obrigadas a seguir um padrão na hora de depilar suas virilhas, mulheres anônimas dizem não e usam objetos inusitados como tapa sexo. Quem decide como ficam os pelos são elas. Incomodadas com o fato de não poderem mostrar as diferentes maneiras da depilação ou não depilação íntima, escolheram um jeito belo e ao mesmo tempo ultrajante de esconder sua intimidade. Cada fotografia expressa uma particularidade e remete a reflexões mais profundas da censura contra o corpo da mulher.

Exposições

  • IV ELLA – Encontro Latinoamericano de Feminismos | dezembro 2018 | UNLP, La Plata, Argentina.
  • I Virada Feminista Independente |novembro de 2017 | Jundiaí-SP.
  • II Mostra Unicamp de Fotografia | outubro de 2015 | Casa do Lago/ Unicamp, Campinas-SP.
  • Projeto protagonista do Mês Contra o Machismo | novembro 2014 | Centro Acadêmico Bernardo Sayão, FEEC/ Unicamp, Campinas-SP.

gênesis

Curta metragem produzido na técnica de fotofilmagem, co-produzido com Rodrigo França e Jaqueline Real.Capa do Fotofilme Gênesis

Direção e roteiro: Giovanna Romaro
Direção de fotografia: Rodrigo França
Edição e montagem: Jaqueline Real
Atuação: Cici Antunes e Renan Villela

Realização: MIS Campinas


Do barro nascem o homem e a mulher, que aos poucos vão tomando a forma o reconhecimento da vida e do intelecto, mas com eles muitas consequências são geradas e caberá a nós questionar o que temos feito com a vida que nos foi dada. Baixe o roteiro: genesis.

mulheres de fel

O projeto fotográfico busca apreender a relação de melhores amigas nos momentos de sofrimento ou vitória, capturando cenas de suporte, carinho e compreensão ou satisfação, compartilhamento, empatia. Para isso seleciono mulheres que sejam melhores amigas na vida real para traduzir nas imagens sentimentos verdadeiros de companheirismo e amizade.


Projeto em aberto. Para participar, envie-me seu contato para agendar:

eu sou são paulo

Este projeto artístico promoveu o hibridismo da Fotografia com a Colagem e a Arte de Rua. O objetivo era que habitantes da Cidade de São Paulo se voluntariassem como modelos e escolhessem locais da cidade que representasse sua história e sua identidade. Em parceira com a fotógrafa Dani Botelho, desenvolvi este projeto que se dividiu em três etapas:

  • Fotografar os voluntários e a paisagem urbana do local escolhido por eles.
  • Recortar e montar em forma de colagem física uma arte que misturasse o indivíduo com a paisagem.
  • Colar a arte final em lamb-lamb no local onde foram fotografados.


Projeto para Trabalho de Conclusão de Curso de Pós Graduação em Multimeios – especialização em Fotografia,  da Universidade Anhembi Morumbi, autoria de Dani Botelho e Giovanna Romaro.


São Paulo, janeiro a julho de 2013.

estética como objeto do corpo

Este projeto nasceu a partir de um estudo estético sobre o corpo da mulher, buscando analisar a diversas maneiras em que o corpo feminino é despersonificado para figurar-se num objeto estético, seja para a venda da beleza, seja para a transformação de menina a mulher e mãe, seja para a censura e a culpa, e por último para a mecanização e o uso profissional.


Projeto selecionado entre os dez melhores do concurso de Fotografia do Movimento Hotspot 2012-2013 e votado como melhor projeto, na categoria Fotografia, pelo Júri Público do Movimento Hotspot 2012.

Exposição:
Estética Como Objeto do Corpo |março 2013 | Casa do Lago/Unicamp, Campinas-SP